segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Ao amor


Após um fim de semana, onde da tristeza passei à alegria, do ódio para sensatez, sobrevivi e tive um lampejo reflexivo que me fez dissertar para vocês casais inabaláveis de um mundo fantástico.
Acabei me perguntando:
Porque as pessoas ainda casam, mesmo tendo muitos exemplos negativos de casamentos e outras grandes desilusões?
Será que não dão devida atenção para esses tais exemplos, preferindo a campanha pela vida onde cada um cuida da sua, sem levar em conta os fatos, a História, optando correr os riscos?
Ou acreditam em contos de fadas, onde tudo é maravilhoso, onde se acorda com um belo café da manhã, junto a uma mesa florida acompanhadas de um carinhoso cartão?
Ainda não tenho respostas para tantas dúvidas, mas tenho certeza de uma coisa e afirmo com clareza: casamentos ainda acontecem e não foi um, foram vários neste sábado 8 de setembro, isso na única igreja que estive.
Todas elas, noivas elegantes de vestidos longos e branco, a igreja linda decorada com flores que refletiam o dourado do teto pintado por Aldo Locatelli.
Recebendo a benção de Deus, do padre e de seus muitos padrinhos, estavam os lindos noivos, que mesmo com toda facilidade dos tempos modernos, preferiram a cerimônia, houve quem ainda se emocionou com uma voz infantil que ao fundo cantava “Se eu roubei, se eu roubei teu coração, tu roubaste, tu roubaste o meu também”.
Lindo amor, única coisa que se rouba e não se pune, amor que ainda vive, que ainda sobrevive, não o mate, não o desgaste, não o maltrate, viva-o, sinta-o, curta-o a cada dia, a cada minuto da loucura à lucidez.
O que te move?
O que te faz acordar todos os dias?
Pense, pense e pense.
Talvez seja o amor.
Amor por ti.
Amor à vida.
Amor aos pais.
Amor aos amigos.
Amor ao amado.
Felicidades aos amantes de todos os tempos e acima de tudo prosperidade, que a frase trivial “que seja eterno enquanto dure esse amor” , seja dita mas que se faça durar esse amor.

domingo, 9 de setembro de 2007

Carta de Paulo aos Corintios

"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência: ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso se aproveitará.
O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz incovenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba. Mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará. Porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Quando porém vier o que é perfeito, o que então é em parte, será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como um menino, sentia como menino. Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como um espelho, obscuramente, e então veremos face a face; agora conheço em parte, e então conhecerei como sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperança e o Amor. Estes três. Porém o maior deles é o Amor".
AAAAAA esse amor eu t quero, eu t espero