segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Você e seus amores.


Foi o tempo em que seus relacinamentos se davam de forma presencial, tinhas conhecimento do amor Platônico, mas não esperiênciaste, viveste o impacto do primeiro beijo e as turbulências da juventude.

Já hoje conheceste a duras pena a dsitância e sob a máxima do longe dos olhos mas perto do coração tens conciência de quão necessário é o teu amadurecimento.

Para acabar e desenfrear tanto sofrimento a modernidade te surpreende fazendo calar o sentimento da saudade. Na era da informática os relacionamentos também se modernizaram e hoje tens um amor virtual, por de trás da tela esconde teus maiores sonhos e desejos, não te envergonhas de dizer o que sente e também faz confidências sem muita solicitude.

Em maus traçadas linhas e com recursos audio-visuias mandas até flores, tentas ser o mais sincera e temes a mau interpretação, tens tanta prontidão mas ao mesmo tempo é misteriosa e enigmática.

Mas segues em frente satisfazendo tuas necessidades como se tudo fosse simples e fácil e resolvido num click, quase não temes a nada porque o perigo também é virtual.

Tens necessidade de um dado ele está alí, tens necessidade de um documento ele está alí, tens necessidade de um amigo ele está alí, tens necessidade de um amor ele também está alí, salva-se que não tenha acontecido nenhum erro de conectividade.

Teu amor se materializa num email, num scrap ou numa mensagem de celular, a falta que você sente não é mais da pessoa, matéria, e sim da essência que se materializa via um instrumento.

Pior que não ver a pessoa é não receber seu email, pior que não tocar a pessoa é não se sentir lembrada num toque dado ao seu celular.

No entanto cabe a você decodificar, traduzir, dar o real sentido ao fato e como um bom anti-vírus seja ben inteligente, filtre só o que te interessa e te faz bem naquele momento, não exclua o amor da tua vida, dizendo que ele não existe só porque você não o encontra.

AAAAAAAAA POMBO "DUDOW" VOCÊ MORRERIA DE FOME........

...........LÁ FORA O MUNDO SEMPRE A GIRAR EM CIMA DELE TUDO VALE,QUEM SABE ISSO QUER DIZER AMOR ESTRADA DE FAZER O SONHO ACONTECER.........

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Do oriente para o ocidente.

O aparecimento das gueixas se deu no século 17, surgiram como cantoras e dançarinas, mas no início, as Gueixas eram homens e eles trabalhavam com entretenimento por todo o Japão. As restrições sociais determinavam que as mulheres não poderiam oferecer diversão em uma festa. Esses homens cuidavam das conversas, faziam performances artísticas e elogios aos convidados, nobres e outros membros da aristocracia.
Por volta do século 18, surgiram as primeiras Gueixas femininas, que dominaram a profissão desde então. As poucas mulheres que entram no mundo das gueixas são atraídas pela imagem romântica ou pelo amor as artes tradicionais. Mas antes da Segunda Guerra Mundial, a maior parte delas não tinha escolha: nascia no ramo ou era obrigada a entrar nele para sobreviver.
Em uma sociedade em que o papel da mulher se restringia a ficar em casa ou no bordel, as gueixas conquistaram para si um espaço separado, criando uma comunidade que ficou conhecida como “o mundo da flor e do salgueiro”.
Elas se vestiam com quimonos de seda luxuosos – que podiam custar milhares de dólares – e buscavam a perfeição por meio da maquilagem e das maneiras educadíssimas.
Já a mulher brasileira está tendo grande importância e reconhecimento no nosso país. Elas estão no mundo da política, da literatura, das artes e em muitos outros, ocupando espaços que antes eram somente masculinos.No campo de trabalho, houve muitos avanços, principalmente com a criação de leis de proteção e incentivo ao trabalho da mulher. Entretanto, restam muitas barreiras a serem derrubadas. Mulheres que exercem os mesmos cargos de homens ganham menos e suas qualificações são pouco conhecidas. No entanto, não deixam de ser úteis, dependendo da especialidade de cada uma.
Embora a visão que o resto do mundo faça da mulher brasileira seja denegrida (até mesmo pelo famoso carnaval), elas possuem um ímpeto guerreiro pela sobrevivência, pois fazendo parte de um país subdesenvolvido, onde a oferta de emprego é pequena, encontram soluções que não necessariamente a prostituição (como é a crença geral).
A educação da mulher brasileira mistura-se aos hábitos culturais adquiridos desde a infância, e não depende de nível social, apesar da grande diferença econômica.
A mulher brasileira tem lutado ao longo de toda a nossa história para conseguir seu espaço, mesmo vivendo em uma sociedade paternalista, preconceituosa e discriminatória.
No período colonial, a mulher era tida como uma propriedade. Primeiramente era propriedade do pai, pois arranjava o casamento da filha como se fosse uma transação comercial. Depois, era propriedade do marido, que esperava que a esposa fosse uma boa dona de casa e mãe, sendo dispensável o conhecimento e a cultura, para que ela não contestasse sua condição de submissão.
Hoje em dia essa tradição não é mais praticada, deixando opções de escolha (a elas). A mulher pode casar-se quantas vezes quiser, com quem quiser, podendo também viver de forma independente. As brasileiras também tem um relacionamento forte com a família, as vezes preferindo ficar com ela do que envolver-se com homens.
Por fim e com possível entusiasmo, um novo mundo é construído em nossas mentes. Vemos em cada país, em cada nação, mulheres com culturas e com vidas diferentes, mas com necessidades e sonhos, com as mesmas buscas de sobrevivência e felicidade.
Com essa nova forma de pensar, começamos a ver o mundo com novos olhares e a perceber tudo o que nos une: a beleza, a delicadeza a vaidades e nossos segredos.
Esse novo pensamento nos revelou que o universo feminino é único, sensível e inesperado, nos colocando diante de novas descobertas.
TEXTO ESCRITO PELAS ALUNAS DO EXUPÉRY COM MINHA ORIENTAÇÃO.

Discutindo a educação


Pode-se considerar um risco que se corria e ainda se corre quanto à possibilidade de um ensino proselitista, sem nenhuma preocupação com a formação dos educandos para o respeito às diferentes crenças e abertura ao diálogo religioso. Estão fadadas ao fracasso estas correntes ideológicas que acreditam num só modelo de educação vista, apenas, por um prisma filosófico, desconsiderando a sociedade pluralista da atualidade..
Diante disso, não é sem razão que alguns educadores e outros segmentos da sociedade têm se interessado e se dedicado á causa do ensino escolar multidisciplinar em meio aos maiores desafios. Além de pronunciamentos, documentos, e bibliografias específicas, outros elementos estão sendo dedicados ao assunto e inúmeros debates realizados de norte a sul do país trazendo idéias claras que apontam caminhos e sua efetivação como elemento do sistema de ensino.

Um ensino que abranja um maior número de expressões inclusive religiosas não significa, contudo que se há de ensinar uma religião multiconfessional nas escolas ou promover a educação da fé. A dificuldade de compreensão prevalece quando há tendência em separar o bem comum social do bem individual.
É o aluno que deve ter seus bens amparados ou garantidos por suas escolhas, de modo a satisfazer suas necessidades e sua vida individual, biológica, psicológica e religiosa. Esses fatores determinam de certa forma, seu relacionamento com membros de seu grupo social e também com a ética, cultura e a religião.
Assim, esse artigo tentou promover uma reflexão que visa favorecer a relação com o diferente para que, a partir destas diferenças, educandos e educadores posam dar sentido mais profundo e radical à sua existência. Dando-se, dessa forma, oportunidade de abertura a fazerem perguntas como: Quem sou? O que busco? Para que existo?

Entendendo o diálogo entre as crenças religiosas como a vivência dos valores comuns, os que defendem esta corrente concebem a escola como lugar onde se deve exercitar o respeito, a aproximação e o diálogo entre educadores e educandos de diferentes concepções religiosas, a boa convivência, o fortalecimento dos valores comuns aos diferentes credos à caminhada conjunta em vista do bem comum; o diálogo e o respeito para com os que provêm de famílias de vidas diferentes da maioria, enfim o exercício da cidadania numa sociedade pluralista que mantém suas raízes sem perder de vista o diferente, o novo e as perspectivas futuras, tudo isso faz parte do que é próprio de um país democrático, mesmo que esta democracia esteja vigorando simplesmente em termos de discurso ou de sua previsão na forma de lei.
Levamos anos para aprender quais os conceitos são realmente comuns a todas religiões e quais aqueles que são incompatíveis com os preceitos de um determinado credo, portanto e por fim é inegável a afirmação de que as instituições são como agentes de produção, meios pedagógicos e didáticos que trazem contribuições inigualáveis para construção social.

Trecho retirado do meu trabalho de conclusão da Especialização, que tem como objeto de estudo as Agendas escolares como fonte de pesquisa para a Historia da Educação.
(Foto: Prof. Carol e seus alunos do 1 E.M. POA )