
Pode-se considerar um risco que se corria e ainda se corre quanto à possibilidade de um ensino proselitista, sem nenhuma preocupação com a formação dos educandos para o respeito às diferentes crenças e abertura ao diálogo religioso. Estão fadadas ao fracasso estas correntes ideológicas que acreditam num só modelo de educação vista, apenas, por um prisma filosófico, desconsiderando a sociedade pluralista da atualidade..
Diante disso, não é sem razão que alguns educadores e outros segmentos da sociedade têm se interessado e se dedicado á causa do ensino escolar multidisciplinar em meio aos maiores desafios. Além de pronunciamentos, documentos, e bibliografias específicas, outros elementos estão sendo dedicados ao assunto e inúmeros debates realizados de norte a sul do país trazendo idéias claras que apontam caminhos e sua efetivação como elemento do sistema de ensino.
Diante disso, não é sem razão que alguns educadores e outros segmentos da sociedade têm se interessado e se dedicado á causa do ensino escolar multidisciplinar em meio aos maiores desafios. Além de pronunciamentos, documentos, e bibliografias específicas, outros elementos estão sendo dedicados ao assunto e inúmeros debates realizados de norte a sul do país trazendo idéias claras que apontam caminhos e sua efetivação como elemento do sistema de ensino.
Um ensino que abranja um maior número de expressões inclusive religiosas não significa, contudo que se há de ensinar uma religião multiconfessional nas escolas ou promover a educação da fé. A dificuldade de compreensão prevalece quando há tendência em separar o bem comum social do bem individual.
É o aluno que deve ter seus bens amparados ou garantidos por suas escolhas, de modo a satisfazer suas necessidades e sua vida individual, biológica, psicológica e religiosa. Esses fatores determinam de certa forma, seu relacionamento com membros de seu grupo social e também com a ética, cultura e a religião.
Assim, esse artigo tentou promover uma reflexão que visa favorecer a relação com o diferente para que, a partir destas diferenças, educandos e educadores posam dar sentido mais profundo e radical à sua existência. Dando-se, dessa forma, oportunidade de abertura a fazerem perguntas como: Quem sou? O que busco? Para que existo?
É o aluno que deve ter seus bens amparados ou garantidos por suas escolhas, de modo a satisfazer suas necessidades e sua vida individual, biológica, psicológica e religiosa. Esses fatores determinam de certa forma, seu relacionamento com membros de seu grupo social e também com a ética, cultura e a religião.
Assim, esse artigo tentou promover uma reflexão que visa favorecer a relação com o diferente para que, a partir destas diferenças, educandos e educadores posam dar sentido mais profundo e radical à sua existência. Dando-se, dessa forma, oportunidade de abertura a fazerem perguntas como: Quem sou? O que busco? Para que existo?
Entendendo o diálogo entre as crenças religiosas como a vivência dos valores comuns, os que defendem esta corrente concebem a escola como lugar onde se deve exercitar o respeito, a aproximação e o diálogo entre educadores e educandos de diferentes concepções religiosas, a boa convivência, o fortalecimento dos valores comuns aos diferentes credos à caminhada conjunta em vista do bem comum; o diálogo e o respeito para com os que provêm de famílias de vidas diferentes da maioria, enfim o exercício da cidadania numa sociedade pluralista que mantém suas raízes sem perder de vista o diferente, o novo e as perspectivas futuras, tudo isso faz parte do que é próprio de um país democrático, mesmo que esta democracia esteja vigorando simplesmente em termos de discurso ou de sua previsão na forma de lei.
Levamos anos para aprender quais os conceitos são realmente comuns a todas religiões e quais aqueles que são incompatíveis com os preceitos de um determinado credo, portanto e por fim é inegável a afirmação de que as instituições são como agentes de produção, meios pedagógicos e didáticos que trazem contribuições inigualáveis para construção social.
Levamos anos para aprender quais os conceitos são realmente comuns a todas religiões e quais aqueles que são incompatíveis com os preceitos de um determinado credo, portanto e por fim é inegável a afirmação de que as instituições são como agentes de produção, meios pedagógicos e didáticos que trazem contribuições inigualáveis para construção social.
Trecho retirado do meu trabalho de conclusão da Especialização, que tem como objeto de estudo as Agendas escolares como fonte de pesquisa para a Historia da Educação.
(Foto: Prof. Carol e seus alunos do 1 E.M. POA )
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