O aparecimento das gueixas se deu no século 17, surgiram como cantoras e dançarinas, mas no início, as Gueixas eram homens e eles trabalhavam com entretenimento por todo o Japão. As restrições sociais determinavam que as mulheres não poderiam oferecer diversão em uma festa. Esses homens cuidavam das conversas, faziam performances artísticas e elogios aos convidados, nobres e outros membros da aristocracia.Por volta do século 18, surgiram as primeiras Gueixas femininas, que dominaram a profissão desde então. As poucas mulheres que entram no mundo das gueixas são atraídas pela imagem romântica ou pelo amor as artes tradicionais. Mas antes da Segunda Guerra Mundial, a maior parte delas não tinha escolha: nascia no ramo ou era obrigada a entrar nele para sobreviver.
Em uma sociedade em que o papel da mulher se restringia a ficar em casa ou no bordel, as gueixas conquistaram para si um espaço separado, criando uma comunidade que ficou conhecida como “o mundo da flor e do salgueiro”.
Elas se vestiam com quimonos de seda luxuosos – que podiam custar milhares de dólares – e buscavam a perfeição por meio da maquilagem e das maneiras educadíssimas.
Já a mulher brasileira está tendo grande importância e reconhecimento no nosso país. Elas estão no mundo da política, da literatura, das artes e em muitos outros, ocupando espaços que antes eram somente masculinos.No campo de trabalho, houve muitos avanços, principalmente com a criação de leis de proteção e incentivo ao trabalho da mulher. Entretanto, restam muitas barreiras a serem derrubadas. Mulheres que exercem os mesmos cargos de homens ganham menos e suas qualificações são pouco conhecidas. No entanto, não deixam de ser úteis, dependendo da especialidade de cada uma.
Embora a visão que o resto do mundo faça da mulher brasileira seja denegrida (até mesmo pelo famoso carnaval), elas possuem um ímpeto guerreiro pela sobrevivência, pois fazendo parte de um país subdesenvolvido, onde a oferta de emprego é pequena, encontram soluções que não necessariamente a prostituição (como é a crença geral).
A educação da mulher brasileira mistura-se aos hábitos culturais adquiridos desde a infância, e não depende de nível social, apesar da grande diferença econômica.
A mulher brasileira tem lutado ao longo de toda a nossa história para conseguir seu espaço, mesmo vivendo em uma sociedade paternalista, preconceituosa e discriminatória.
No período colonial, a mulher era tida como uma propriedade. Primeiramente era propriedade do pai, pois arranjava o casamento da filha como se fosse uma transação comercial. Depois, era propriedade do marido, que esperava que a esposa fosse uma boa dona de casa e mãe, sendo dispensável o conhecimento e a cultura, para que ela não contestasse sua condição de submissão.
Hoje em dia essa tradição não é mais praticada, deixando opções de escolha (a elas). A mulher pode casar-se quantas vezes quiser, com quem quiser, podendo também viver de forma independente. As brasileiras também tem um relacionamento forte com a família, as vezes preferindo ficar com ela do que envolver-se com homens.
Por fim e com possível entusiasmo, um novo mundo é construído em nossas mentes. Vemos em cada país, em cada nação, mulheres com culturas e com vidas diferentes, mas com necessidades e sonhos, com as mesmas buscas de sobrevivência e felicidade.
Com essa nova forma de pensar, começamos a ver o mundo com novos olhares e a perceber tudo o que nos une: a beleza, a delicadeza a vaidades e nossos segredos.
Esse novo pensamento nos revelou que o universo feminino é único, sensível e inesperado, nos colocando diante de novas descobertas.
TEXTO ESCRITO PELAS ALUNAS DO EXUPÉRY COM MINHA ORIENTAÇÃO.
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