DIGA SIM À INCLUSÃO SE:
"SE CONDIÇÃO NECESSÁRIA PARA QUE QUALQUER COISA ACONTEÇA.
Sobre o filme:"Uma Lição de Amor"
É uma produção americana que conta a história de um pai com a idade mental de uma criança que luta contra a justiça pela custódia de sua filha, e para isto deve contar com a ajuda de uma advogada linha dura, que por sua vez tem problemas de relação com seu filho.
A relação com pessoas especiais nos faz repensar vários conceitos de vida e isso fica bem explicito no filme quando a convivência entre o cliente deficiente e a advogada faz com que ambos procurem reavaliar suas relações com as pessoas amadas, ou seja, nada mais óbvio, pensando em termos de inclusão social . Sean Penn, excelente ator que é, dá uma show no papel principal e consegue atingir seu objetivo: emocionar o público e consegue meu agrado quando que por pesquisa descubro também sua dedicação a causas justas, com as quais se identifica.
Se nos lembrarmos que na Antiguidade Clássica, particularmente entre os romanos, era comum o sacrifício de pessoas que apresentassem deficiências físicas ou mentais, podemos dizer que a sociedade evoluiu, aprimorou-se. Se, por outro lado, imaginarmos que há várias barreiras que ainda não foram transpostas, principalmente aquelas que dizem respeito à forma como os deficientes são encarados e tratados pelas outras pessoas, percebemos que ainda há muitas mudanças a serem implementadas. Eis que estamos aqui.
Mas não com ingenuidade refletimos que somos uma parte muito pequena da sociedade, porque a grande maioria até por desconhecimento pensa que pessoas especiais sejam incapazes de resolver os problemas e criar adequadamente um filho, especialmente a partir do momento em que a personagem que faz papel de sua filha ultrapassa a capacidade mental do pai (o que ela estava prestes a fazer). No filme a assistência social resolve tirar a guarda da criança e privar Sam do direito de pleno exercício da paternidade respaldando-se na tese de que Sam é deficiente mental.
O filme nos coloca diante de uma situação singular, onde percebemos com clareza as impossibilidades de Sam e, ao mesmo tempo, vivenciamos através das imagens e de nossa confiança uma experiência única de paternidade, pautada numa relação carregada de emoção e presença, de participação e doação por parte do pai em relação à filha. Tudo em um clima de muita doação de amor.
Somando a tudo isso, a frieza do sistema judiciário norte-americano, que não foge muito a regra, onde a justiça despreza pormenores que podem ser decisivos para a solução de um caso traumático de separação entre pai e filha. Sem deixar de observar também que o contraponto da experiência vivida por Sam que pode ser visto na figura de sua advogada de defesa, Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma linda e bem sucedida profissional que mal tem tempo para ouvir o que seu filho tem a lhe dizer e nem tempo para demonstrar o seu amor.
É uma produção americana que conta a história de um pai com a idade mental de uma criança que luta contra a justiça pela custódia de sua filha, e para isto deve contar com a ajuda de uma advogada linha dura, que por sua vez tem problemas de relação com seu filho.
A relação com pessoas especiais nos faz repensar vários conceitos de vida e isso fica bem explicito no filme quando a convivência entre o cliente deficiente e a advogada faz com que ambos procurem reavaliar suas relações com as pessoas amadas, ou seja, nada mais óbvio, pensando em termos de inclusão social . Sean Penn, excelente ator que é, dá uma show no papel principal e consegue atingir seu objetivo: emocionar o público e consegue meu agrado quando que por pesquisa descubro também sua dedicação a causas justas, com as quais se identifica.
Se nos lembrarmos que na Antiguidade Clássica, particularmente entre os romanos, era comum o sacrifício de pessoas que apresentassem deficiências físicas ou mentais, podemos dizer que a sociedade evoluiu, aprimorou-se. Se, por outro lado, imaginarmos que há várias barreiras que ainda não foram transpostas, principalmente aquelas que dizem respeito à forma como os deficientes são encarados e tratados pelas outras pessoas, percebemos que ainda há muitas mudanças a serem implementadas. Eis que estamos aqui.
Mas não com ingenuidade refletimos que somos uma parte muito pequena da sociedade, porque a grande maioria até por desconhecimento pensa que pessoas especiais sejam incapazes de resolver os problemas e criar adequadamente um filho, especialmente a partir do momento em que a personagem que faz papel de sua filha ultrapassa a capacidade mental do pai (o que ela estava prestes a fazer). No filme a assistência social resolve tirar a guarda da criança e privar Sam do direito de pleno exercício da paternidade respaldando-se na tese de que Sam é deficiente mental.
O filme nos coloca diante de uma situação singular, onde percebemos com clareza as impossibilidades de Sam e, ao mesmo tempo, vivenciamos através das imagens e de nossa confiança uma experiência única de paternidade, pautada numa relação carregada de emoção e presença, de participação e doação por parte do pai em relação à filha. Tudo em um clima de muita doação de amor.
Somando a tudo isso, a frieza do sistema judiciário norte-americano, que não foge muito a regra, onde a justiça despreza pormenores que podem ser decisivos para a solução de um caso traumático de separação entre pai e filha. Sem deixar de observar também que o contraponto da experiência vivida por Sam que pode ser visto na figura de sua advogada de defesa, Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma linda e bem sucedida profissional que mal tem tempo para ouvir o que seu filho tem a lhe dizer e nem tempo para demonstrar o seu amor.
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